
Já lá vai o tempo em que se aprendia Francês na escola como primeira língua estrangeira. Depois, o Inglês veio para ficar. No entanto, aprender novos idiomas é essencial, quaisquer que eles sejam, Inglês ou Francês, Árabe ou Sueco, Japonês ou Espanhol, e por aí fora!
O primeiro benefício que nos surge em mente de imediato é a utilidade do domínio das línguas em contexto laboral. Seja nas relações internacionais das empresas ou entidades, na tradução de documentos ou simplesmente na expectativa de arranjar um emprego no estrangeiro e de, eventualmente, emigrar, aprender novos idiomas abre muitas portas no mercado de trabalho.
No entanto, existem muitas outras vantagens, quer relacionadas com o nosso desenvolvimento académico, quanto também com o desenvolvimento de capacidades cognitivas.
Saber mais línguas também é sinónimo de enriquecimento pessoal
Outro benefício que advém de aprender novos idiomas é podermos alargar os nossos horizontes… literalmente.
Graças à respectiva língua, passamos a ter acesso a outras culturas desconhecidas e aos seus produtos, de uma maneira muito mais próxima do que se não conhecêssemos o seu idioma correspondente. Por exemplo, podemos ouvir a sua música, ver os seus filmes e séries e ler os seus livros.
E isto é só o começo! Depois de se aperceber que domina um novo idioma, o que já de si representa um mundo cheio de novas oportunidades de trabalho e de lazer, vai sentir a sua auto-estima aumentar, por estar a desenvolver novas ferramentas, provando a si mesmo que consegue atingir um determinado objectivo.
E quais os benefícios desta aprendizagem para o desenvolvimento cognitivo?
Raramente pensamos nisso, mas, sempre que aprendemos algo, estamos a desenvolver as nossas capacidades cognitivas. Deste modo, aprender novos idiomas implica ginasticar o cérebro. Sabia que, segundo alguns estudos, até é possível que ele cresça?
Por conseguinte, também os poderes de concentração, de memória e de desempenho simultâneo de várias tarefas são exercitados, enquanto se afastam igualmente outros perigos para a saúde a longo prazo, como o surgimento de doenças do foro neuronal, como o Alzheimer. Na verdade, aprender novos idiomas pode atrasá-las até cinco anos nos indivíduos que lhes são mais vulneráveis.
Aprenda novos idiomas sem ter de estudar!
Nunca se esqueça de que aprender não tem de ser sinónimo de estudar. Por isso, aprender novos idiomas não implica ter de se agarrar apenas a livros de estudo que considere aborrecidos. É possível treinar outras línguas enquanto se diverte: vendo filmes, jogando em consolas, trocando correspondência com pessoas doutros países através do postcrossing… Já nem existem desculpas para se contentar com a sua língua materna!
Por fim, que tal dar uma vista de olhos nesta lista de idiomas estrangeiros que quererá poder aprender, além do Inglês? E não se esqueça: é preciso tempo e dedicação para uma aprendizagem eficiente, por isso não desista perante o primeiro obstáculo que encontrar!

Gostei do seu artigo pois foca os pontos principais da aprendizagem de línguas. Estou plenamente de acordo com a parte em que diz que hoje em dia a aprendizagem de um idioma não necessita de ser aborrecido.
Cumprimentos