O ano de 2015 viu confirmadas e até superadas algumas das previsões projectadas pelos especialistas para os mercados globais de e-commerce. De facto, as melhores expectativas face ao crescimento exponencial da região da Ásia-Pacífico foram amplamente ratificadas com a inclusão de mais 80 milhões de consumidores online relativamente ao ano anterior, estimando-se que o ritmo de crescimento se fixe na ordem dos 35,2% por ano, segundo dados veiculados pela eMarketer.
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E-commerce ganha mais consumidores oriundos de zonas rurais
Uma outra propensão demonstrada pelos mercados globais de e-commerce no decurso do ano passado está relacionada com o boom de consumidores online provenientes de áreas rurais onde o acesso aos mercados locais é mais difícil. 
E se é verdade que as compras online ao nível do retalho ainda não são maioritariamente efectuadas a partir de dispositivos móveis, 2016 é bem capaz de ser o ano de viragem e de afirmação no que a este aspecto diz respeito.
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Quais são as novas estratégias de e-commerce?
As transacções comerciais em sites de vendas a retalho B2C em 2016 manifestam uma tendência de continuidade face a estratégias vencedoras anteriormente ensaiadas e, como não podia deixar de ser, assistimos à introdução de novas estratégias que fortalecerão ainda mais o mercado de e-commerce:
- Os sites de e-commerce vão manter a aposta na continuidade da estratégia móvel já que todos os indicadores apontam para um aumento das receitas em compras efectuadas a partir de dispositivos móveis. Só em Portugal prevê-se um aumento de 50% nas vendas móveis em 2016 face ao ano anterior.
- Os sites de e-commerce darão uma maior importância à conversão de visitantes do que propriamente ao número de sessões necessárias para o converter.
- Os sites de e-commerce irão apostar em estratégias de content marketing, um meio sustentável e duradouro (se devidamente trabalhado) de afirmação de marcas no qual as empresas, conscientes da sua importância vital, reforçaram o investimento.
- Os sites de e-commerce vão direccionar cada vez mais o conteúdo ao perfil do consumidor específico do produto, numa tentativa de personalizar a experiência de cada cliente.
- Os sites de e-commerce também irão investir numa visão omnicanal e na aproximação entre o offline e o online. Ambas as estratégias serão intensificadas em 2016 e nos anos vindouros.
- Os sites de e-commerce vão apostar na transição para plataformas sociais. A Nescafé é um exemplo recente.
- Os sites de e-commerce irão investir em entregas mais rápidas e flexíveis. Há que colmatar a impaciência do consumidor com a satisfação imediata do seu pedido (de preferência no próprio dia ou até no espaço de uma hora).
- Os sites de e-commerce vão apostar em imagens de maiores dimensões e apresentar-se-ão cada vez mais vídeos explicativos dos produtos.
É claro que no universo sempre em transformação do e-commerce, o que hoje é uma tendência vanguardista, daqui a alguns meses será um assunto arrumado, ultrapassado por uma outra visão muito mais inovadora e eficaz. No entanto, enquanto as novas inclinações do e-commerce não eclodirem, vale a pena estar atento às que aqui expusemos.
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