O Geocaching tem uma característica que o torna bastante apetecível: coaduna-se, como que sinergeticamente, com muitas outras actividades ao ar livre que alguns já praticam, como as caminhadas, os passeios de bicicleta, a canoagem, o parapente ou qualquer outra actividade que envolva exploração e contacto com a Natureza.
Inventado há 13 anos nos EUA, o Geocaching é ainda desconhecido pela grande maioria da sociedade moderna, apesar de contar já com mais de 6 milhões de adeptos registados em todo o mundo, 20 mil dos quais em Portugal.
Embora existam as chamadas “caches urbanas”, escondidas nas grandes cidades, seja magneticamente atrás de um sinal de trânsito ou estrategicamente camufladas dentro de uma boca-de-incêndio, por exemplo, a maior parte das geocaches está colocada em esconderijos originais nos mais belos lugares que possamos imaginar, sempre de elevado valor, seja ele arquitectónico, paisagístico, cultural, patrimonial, histórico ou, simplesmente, natural.
Para começar, é preciso um equipamento esperto para praticar Geocaching. Um smartphone ou um tablet. Pelo menos um dos geocachers grupo deve estar munido de GPS, já que o Geocaching se orienta por coordenadas geográficas. É essencial instalar uma das aplicações disponíveis. O site oficial é o http://www.geocaching.com/ e o outro passo é o registo, que pode ser feito com a conta de Facebook do utilizador, caso a tenha. Depois da instalação do software no telefone, para começar, podemos fazer uma busca das caches que existam nas redondezas. Vamos ser surpreendidos com o número de caches que podemos encontrar em sítios onde não fazíamos a mais pequena ideia, muitas vezes junto a casa, a 30 metros do escritório, debaixo do banco do jardim, no fontanário no meio da vila… à volta dum forte abandonado, à porta dum farol poderoso, entre duas pedras numa escarpa, debaixo de um tronco morto, dentro de uma árvore velha… sempre acondicionadas contra as intempéries.
Dependendo da localização, as caches são classificadas por grau de dificuldade/terreno (sendo que, basicamente, 1 é “fácil” e 5 é “radical”) e também por tamanho. Podemos encontrar desde as “micro” (tipicamente escondidas dentro das antigas caixas de rolos fotográficos) às médias (uma caixa tipo Tupperware ou um pequeno pote de compota). Lá dentro, salvo nas nano-caches – que também as há – está um pequeno lápis ou caneta e um também pequeno livro de registos, o chamado logbook. Aí registamos o nosso nome e a data e, posteriormente, registamos a(s) cache(s) no site oficial. Idealmente, com um pequeno relato de como foi a descoberta daquela cache, que é o tipo de partilha que se pretende.

Dentro das caixas, além no material para escrever, podemos encontrar pequenas lembranças, coisas mínimas que os jogadores e as crianças vão deixando e vão trocando, pondo umas e levando outras, desde berlindes, bonequinhos de PVC, pequenos brinquedos ou recordações. Sempre que se tire uma lembrança, deve colocar-se outra e referir-se no registo.
A grande vantagem desta actividade acaba por ser a promoção do convívio e dos próprios locais, que se torna na combinação perfeita para um fim-de-semana em grupo, um resto de tarde a dois ou, simplesmente, uma hora de almoço diferente do habitual.

Barreta!
Gostei muito do teu artigo, acho que está bastante elucidativo e detalhado, ficando os aspectos mais importantes do Geocaching, explicando a mecânica de forma bem simples e objectiva, e também chamando à atenção para pequenos aspectos de interesse, além da procura por si só.
Gostei muito mesmo, parabéns!
Beijos
Obrigada, Tânia! Gostava, sobretudo, de “pôr o bichinho” a quem ainda não o tem!
Nice job, congrats.
Obrigada, Hugo, que bom que tenha gostado!
Hugo, many thanks for the grant 😉
Obrigada, Tânia! Gostava, sobretudo, de “pôr o bichinho” a quem ainda não o tem!
Interessante artigo que nos leva a ficar cheiinhos de curiosidade por este desporto.
Parabéns
Mobidike
Que bom, Célia! Era mesmo isso que eu pretendia.
Gosto que tenha gostado. Obrigada pelo feedback!
Tenho que experimentar isso um dia destes! 🙂 Exclente artigo! Obrigado por partilhares 😉
Bruno, fico mesmo contente pelos feedbacks que tenho recebido de pessoas que não conheciam e ficaram com o bichinho. Obrigada eu!! Sei que, quem começar, vai ficar fã!
Olá Ana
Gostei muito do teu artigo, desconhecia. Fiquei fã e irei divulgar.
É um óptimo artigo e vai por certo despertat muitos. Obrigada
Obrigada, Fernanda! Fico muito feliz por sabê-lo!
Espero que gostem da experiência!!
Parabéns pelo artigo, foi o suficiente para me registar no site e tal como refere no texto acabei de descobrir uma aqui perto de casa! Se calhar é desta que me dedico ao geocaching 🙂
Célia, que excelente notícia!!
Muito obrigada pelo seu feedback especialíssimo!!
Espero que goste. Aliás, sei que vai ficar fã!
Um abraço.
Força Aninhas!!! Tu vais ganhar!!
Beijos
Obrigada, Carlos.
A maior vitória são mesmo os feedbacks que tenho recebido!
Beijinhosss