Solução para a crise de Portugal?

Concordo plenamente com as medidas extremas em prol da estabilidade do país. No entanto, em termos de hierarquia, a moral tem de vir de cima e para isso:
– Acima de tudo está a clareza dos interesses políticos nacionais e das contas governamentais para com o cidadão que continua a mesma “BODEGA” de sempre, e sempre num discurso oratório cheio de contradições, sem qualquer solução para a crise de Portugal.
– Termine-se desde já com todos os cartões de crédito do estado fornecidos aos políticos e outros, ou então exponha-se mensalmente e publicamente todos os movimentos do respectivo cartão e titular. (A meu ver, os deputados que usem o seu respectivo vencimento para ir trabalhar tal como faz o cidadão).
– Reduza-se a idade de reforma para os 60 anos e dê-se privilégios quem continua a trabalhar após os 60 anos com um prémio mensal no ordenado líquido, evitando a reforma antecipada e incentivando ao trabalho. Ou então os políticos que trabalhem nada mais do que dois mandatos e depois que tenham de trabalhar até aos 65 anos como todos os cidadãos, ou então pague-se-lhes o ordenado mínimo e negue-se a participação de outra actividade paralela a todos os políticos, veremos quantos ficam pelo patriotismo.
– Finalize-se desde já com a contabilização do tempo de serviço a dobrar para TODOS os beneficiários, e acabe-se já com as reformas douradas acumuladas, pois para mim não existem carreiras especiais nem desgastantes, apenas seres humanos que procuram um caminho mais curto e privilegiado, sem pensarem numa solução para a crise de Portugal.
– Termine-se com as frotas de veículos do estado e estes que andem nos transportes públicos, tal como mandam andar o CIDADÃO, e reduzam também os as emissões de carbono como falou o Coelho na entrevista.
– Os prisioneiros que muitas das vezes possuem dívidas que não podem pagar, não necessitam ser sustentados pelo dinheiro dos contribuintes ou de outros fundos. Deveriam sim criar infraestruturas de trabalho nas prisões e criar um ciclo de retorno e compensação monetária. Não digo explorar os presos, embora muitos o merecessem, mas criar uma ou mais fontes de rendimento aos sistemas prisionais, como mais uma possível solução para a crise de Portugal.
E se todas estas medidas fossem implementadas…
Quando a maioria destas medidas forem postas em prática, podem ter a certeza que estaremos no bom caminho e que o povo se unirá e lutará por um país melhor, tendo em conta os sacrifícios necessários a tomar, para reconduzir o crescimento interno do país no caminho pretendido, uma solução para a crise de Portugal.

DEIXE UM COMENTÁRIO