É mesmo verdade: por detrás de grandes viagens estão grandes empresas, com excelente capacidade de organização e bom gosto. Há empresas que vivem, fazendo viver, completamente fora dos registos tradicionais do mercado do turismo e apresenta-se como um serviço de aconselhamento de viagens e serviços turísticos em todo o Mundo.
Grandes viagens, grandes empresas, grandes equipas, grandes competências: ainda há empresas assim
Há uma empresa que possui uma equipa de profissionais com 387 de experiência conjunta sobre viagens, sobre serviços e sobre destinos – é muita coisa, não é?
Conhecer muitos países, muitas cidades e muitos hotéis e criar uma rede de grandes viagens de sonho pode ser – e é – uma missão.
Aconselhar. Há empresas que se dedicam todos os dias do ano a aconselhar serviços, os melhores serviços. Para isso é preciso dispor de
novas tecnologias, de vários canais de comunicação e de inteligência.
Fazer excelentemente bem olhando a quem pode ser um lema de trabalho: explorar o melhor que o mercado turístico possa ter e escolher de acordo com as necessidades e as aspirações de quem quer viajar e fazer disso uma experiência única e, claro, repetível.
Uma grande empresa do ramo turístico começa sempre por fazer grandes viagens antes dos clientes: pensa criteriosamente nos países e dentro desses em todos os lugares, nas culturas, nos saberes, nos sabores e nas gentes – nos momentos que essa selecção pode proporcionar. Trata-se de memórias. Há empresas que coleccionam memórias para fazê-las chegar às memórias dos outros.
Nova Zelândia faz parte da colecção de memórias das grandes viagens!
Um destino tem sempre de valer a pena – a pena e cada cêntimo que possamos gastar. Desembarcar na terra dos kiwis, assim se designam também os nativos da Nova Zelândia devido ao nome de um pássaro típico da região, é por fim ao cansaço e dar início a uma grande viagem de relaxamento e aventura.
Há o clima tropical; há a hospitalidade da população; há a belíssima paisagem que chama pelos desportos radicais. Há também uma grande vantagem: a de, neste país, haver uma moeda com valor de câmbio mais barato do que outros destinos e que não impõe tantas barreiras para se obter o visto de entrada.
Nova Zelândia está dividida, a norte e a sul, em duas grandes ilhas com um estilo de vida tranquilo que, sem dúvida, privilegia o contacto com a natureza. É possível encontrar trilhas de mata fechada em parques nacionais – assim como fazer escalada em montanhas enormes e glaciais. Adrenalina não é o que se quer em grandes viagens?
Saltar de bungee jump, só podia mesmo ser uma invenção de um neozelandês. mas também é possível fruir de desportos aquáticos como a vela. Há de tudo na Nova Zelândia.
As cidades com mais gente são a capital, Wellington, e Auckland, -a preferida dos estudantes estrangeiros. Ambas ficam na ilha norte não descurando, obviamente, as atracções a sul. Como a Nova Zelândia constituiu uma excepção à colonização europeia, a cultura do povo de origem, os maoris, é preservada até hoje em museus e igualmente nas ruas.
E os maoris estiveram, afinal, sempre certos: chamavam o país de Aotearoa, a terra da grande nuvem branca – uma terra belíssima que brilha até hoje e nos oferece o prazer de grandes viagens.

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