O pesadelo de qualquer condutor que se encontre em viagem é uma avaria. O pesadelo pode tornar-se ainda mais negro se essa avaria se der à hora de ponta, no meio do trânsito, com a mala do carro cheia e crianças pequenas no banco de trás. É o inferno em todo o seu esplendor. Por isso, todo o condutor sabe da importância de uma boa assistência em viagem, cada vez que o percalço de uma avaria interfere com a normalidade de um dia de trabalho ou de lazer: quer seja pela rapidez no auxílio, na eficácia do mesmo e no resolver de questões, tais como fazer chegar os ocupantes do veículo a um lugar seguro.
Quando a viagem decorre sem problemas
É com indisfarçável alívio que o já apresentado condutor chega são e salvo ao destino. O carro está quente, os miúdos no limite da birra e a paciência dos pais quase a desaparecer, mas chegaram – o que não deixa de ser positivo. Descarrega-se o carro, levam-se os filhos para casa, retiram-se compras da mercearia feitas antes da viagem, fazem-se os preparativos para o jantar. Antes, verifica-se a água, o gás e os interruptores. A mãe atira-se aos tachos, o pai atira-se aos filhos – cada um a contribuir para a harmonia do fim-de-semana, que se quer tranquilo e para descanso. É então que a mae grita da cozinha que o fogão não acende e as crianças choramingam porque não há meio de a água vir quente. O pai lamenta-se, nada o preparara para uma reparação de electrodomésticos.
A fase da negação
Como homem que é, antes de procurar ajuda para a reparação dos electrodomésticos, vai ele mesmo testar se não houve erro humano, que é como quem diz, se a mulher não se baralhou com os botões. Há resmungos de parte a parte, reclamações, lamentos, muito rodar para a direita e para a esquerda, uns quantos «tenta agora», pressionar e largar, ajeitar o ouvido para ouvir o gás correr nos bicos do fogão. Uma criança pergunta se falta muito, o pai responde que não, a mãe sugere que se chame alguém para tentar a reparação dos electrodomésticos, o pai resiste. O tempo passa. O cansaço e a fome fazem-no ceder. «É melhor mesmo chamar alguém. A reparação dos electrodomésticos não é a minha especialidade – eu sou mais números».
A demanda por uma empresa de reparação de electrodomésticos
A mãe precavida lembra que se pode ligar ao dono da casa, para saber se ele conhece alguém que os ajude. Este pai que resistiu estoicamente a uma avaria na estrada está a um passo de um colapso nervoso – não sabe do contacto do senhorio. Apontou o número num papel que guardou não sabe bem onde. A mãe remexe a mala e num dos inúmeros bolsos encontra o tal papelinho, dobrado em quatro, com o número mágico. O pai suspira de alívio e quase exulta quando ouve a voz do senhorio do outro lado do telefone. Explica-se o problema, o senhorio não se surpreende, parece que o fogão e o esquentador costumam pregar partidas ocasionais, é por isso que tem colado, ao lado do esquentador, o cartão da Athinasys, a empresa a que recorre sempre que precisa de ajuda. É um pai furioso que desliga a chamada, depois de agradecer. A mulher tinha mencionado o cartão, mas ele preferira ignorar e agora fazia de conta que não via a irritação no olhar dela. Através da Internet do telemóvel, acedeu à página da empresa e procurou os contactos, copiou o número de telefone e em instantes conseguiu que disponibilizassem um técnico para a reparação dos electrodomésticos.
Tudo está bem quando acaba bem
Todo o bom condutor sabe da importância de uma boa assistência em viagem, no caso de uma avaria. Este pai descobriu a importância de uma boa assistência em reparação, no caso de uma avaria dos electrodomésticos. A rapidez e eficiência da resposta da empresa permitiram que o fim-de-semana decorresse segundo o planeado, desfrutando de um tempo de descanso em família.

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