Mudanças e Papa Francisco têm andado juntas. Desta vez, conforme informação do site negócios Online, o Papa Francisco vai proceder à substituição do quadro executivo do Banco do Vaticano, assim como da sua estrutura. Nesta altura, refira-se, os lucros deste banco caíram 97%.
Escândalos no Banco do Vaticano são também motivo para mudanças no Quadro Executivo pelo papa Francisco
Novidades no conselho de administração do Banco do Vaticano andam à espreita depois dos escândalos tornados públicos, há um ano, que envolviam, entre outros crimes, a alegada prática de lavagem e branqueamento de dinheiro – o que terá levado à detenção de um padre italiano por acusações de fraude e ao julgamento de antigos administradores.
Em 2009, a revista italiana Panorama escrevia que o Banco do Vaticano estava a ser investigado por autoridades italianas acusado de lavagem de dinheiro no valor de 180 milhões de euros através da filial Unicredit, localizada na Via della Conciliazione, próxima a Basílica de São Pedro – investigações que persistiram nos anos que se seguiram.
o Papa Francisco terá, então, talvez bastante indignado com o sucedido, decidido mudar a administração do Banco do Vaticano e, igualmente, a estrutura da organização.
Com a designação oficial de Instituto para as Obras da Religião (IOR), o Banco do Vaticano vai ter um novo conselho de administração, por decisão do próprio Papa Francisco, depois de terem sido estudadas e introduzidas algumas alterações à estrutura do banco.
Depois das más práticas ocorridas no Banco do Vaticano o escolhido pelo anterior Papa será substituído pelo papa Francisco, cujo objectivo é repor a transparência da gestão da instituição financeira.
Criação de uma nova função no Banco do Vaticano pelo Papa Francisco: o Secretariado da Economia para supervisão da gestão
Os nomes relativos à nova administração designada pelo Papa Francisco serão brevemente trazidos a público. No entanto, o papa terá criado um novo posto de trabalho com uma novidade de funções: o novo Secretariado da Economia, liderado por um homem próximo do Papa Francisco, o cardeal australiano George Pell.
A função do Cardeal Pell será, ao que tudo indica, incidir na supervisão da gestão do Banco do Vaticano.
Prudência é mesmo a palavra de ordem que se impõe no Banco do Vaticano, já que os lucros têm sofrido quebras – o que constitui uma enorme preocupação para a Igreja Católica.
Entretanto, o Papa Francisco terá imposto que o Banco de Portugal passará a ter a sua capacidade de acção diminuída – assim como os seus poderes.
O Jornal Financial Times, falando deste assunto, terá escrito ainda que o Papa Francisco tem bem definida a sua pretensão com esta limitação de poderes a ocorrerem no Banco do Vaticano: fazer com que a atenção e a focalização da igreja seja apenas em um sentido que é, bem visto, o seu principal objectivo no mundo da religião católica: o de apoiar os mais desfavorecidos e necessitados.
Para saber mais informação sobre este assunto, consultar este site.
Imagem: Google Images

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